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Como introduzir um novo pet em casa: dicas práticas para evitar conflitos

A chegada de um novo pet é sempre um momento de alegria, mas pode trazer inseguranças, tanto para o tutor quanto para os animais que já vivem na casa.

Quando a adaptação não é feita da forma correta, podem surgir conflitos, estresse e comportamentos indesejados.

A boa notícia é que, com paciência, planejamento e algumas estratégias simples, é possível tornar esse processo mais tranquilo e positivo para todos.

Entenda que adaptação leva tempo

Cada animal tem seu próprio ritmo. Alguns se adaptam rapidamente, enquanto outros precisam de dias ou até semanas para se sentirem seguros.

Forçar interações ou apressar o processo pode gerar medo, ansiedade e disputas territoriais. O segredo é respeitar o tempo de cada pet.

Comece com ambientes separados

Nos primeiros dias, o ideal é manter o novo pet em um espaço separado da casa. Isso permite que:

  • Ele se familiarize com cheiros e sons
  • Os pets residentes percebam a presença do novo animal de forma gradual
  • O estresse inicial seja reduzido

Trocar mantas, caminhas ou brinquedos entre os ambientes ajuda na adaptação olfativa, que é fundamental para cães e gatos.

Apresentações graduais e supervisionadas

Quando for o momento do primeiro contato, faça isso com calma:

  • Em ambiente neutro
  • Com supervisão constante
  • Sem forçar aproximações

Observe a linguagem corporal dos animais. Rosnados, orelhas baixas, rosnar ou evitar contato são sinais de desconforto e indicam que é preciso desacelerar.

Evite disputas por recursos

Comida, água, brinquedos e caminhas devem ser separados no início.
Disputas por recursos são uma das principais causas de conflito entre pets.

Garanta que todos tenham acesso igual e seguro aos seus próprios itens, reduzindo ciúmes e competição.

Mantenha a rotina do pet que já estava na casa

Uma mudança brusca na rotina pode gerar insegurança. Continue oferecendo:

  • Horários regulares de alimentação
  • Passeios
  • Momentos de atenção e carinho

Isso ajuda o pet residente a entender que ele não está sendo “substituído”.

Atenção especial para introdução entre cães e gatos

No caso de cães e gatos, a adaptação costuma ser mais lenta. É importante:

  • Permitir que o gato tenha rotas de fuga e locais altos
  • Evitar perseguições
  • Reforçar comportamentos calmos com elogios

A convivência harmoniosa é possível, mas exige ainda mais paciência.

Conte com orientação profissional quando necessário

Se houver sinais de agressividade, medo intenso ou estresse constante, o acompanhamento de um médico-veterinário ou profissional de comportamento animal é essencial.

Intervir cedo evita problemas maiores no futuro.

A importância do ambiente e da informação

Um ambiente bem preparado, aliado à informação correta, faz toda a diferença no sucesso da adaptação. Tutores bem orientados conseguem prevenir conflitos e promover uma convivência mais saudável.

Conclusão

Introduzir um novo pet em casa exige paciência, empatia e planejamento. Cada pequeno cuidado no início contribui para uma convivência mais equilibrada e feliz ao longo do tempo.

Com informação, respeito ao tempo dos animais e apoio profissional quando necessário, é possível transformar esse momento em uma experiência positiva para todos.

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Até a próxima! 😉 

Tipos de Comedouros para Pets: como escolher o modelo ideal para cães e gatos

A alimentação dos pets vai muito além da escolha da ração. O tipo de comedouro influencia diretamente na digestão, postura, comportamento e bem-estar de cães e gatos.

Escolher o modelo correto é um cuidado simples, mas que faz toda a diferença na saúde física e emocional do pet. Neste artigo, você vai entender quais são os principais tipos de comedouros para cães e gatos, quando cada um é indicado e por que essa escolha importa tanto.

Por que o comedouro certo faz diferença?

Muitos tutores não percebem, mas problemas como:

  • Engasgos,
  • Vômitos frequentes,
  • Má digestão,
  • Estresse durante a alimentação

Podem estar relacionados ao tipo de comedouro utilizado.

Um modelo adequado ajuda a:

  • Melhorar a postura durante a refeição
  • Facilitar a digestão
  • Controlar a velocidade da alimentação
  • Reduzir desconfortos físicos e comportamentais

Tipos de comedouros para cães

Comedouro lento (slow feeder)

Possui relevos ou obstáculos que fazem o cão comer mais devagar.

Indicado para: 

  • Cães que comem rápido demais
  • Pets que costumam engasgar ou vomitar após as refeições

Benefícios:

  • Evita engasgos
  • Melhora a digestão
  • Estimula o raciocínio durante a alimentação

Comedouro elevado

Mantém o alimento na altura do peito do animal.

Indicado para:

  • Cães de médio e grande porte
  • Cães idosos
  • Pets com problemas articulares ou de coluna

Benefícios:

  • Melhora a postura
  • Reduz o esforço físico ao se alimentar 
  • Pode auxiliar na digestão

Comedouro largo e raso

Cães de focinho curto têm dificuldade para acessar alimentos em potes fundos.

Indicado para:

  • Pug
  • Bulldog Francês e Inglês 
  • Shih-tzu

Benefícios:

  • Facilita o acesso ao alimento 
  • Reduz desconforto no focinho 
  • Evita dificuldade respiratória durante a refeição

Para esses cães braquicefálicos, comedouros mais largos e rasos são a melhor opção.

Comedouro interativo ou lúdico

Vai além da alimentação e atua como enriquecimento ambiental. 

Indicado para: 

  • Cães ansiosos
  • Pets que ficam muito tempo sozinhos
  • Cães com excesso de energia 

Benefícios:

  • Reduz estresse e tédio 
  • Estimula o instinto natural de busca 
  • Torna a refeição mais interessante

Tipos de comedouros para gatos

Por que os gatos são tão sensíveis ao comedouro? 

Os bigodes dos gatos são extremamente sensíveis. Quando encostam constantemente nas bordas do pote, podem causar desconforto — o chamado estresse dos bigodes (whisker stress).

Além disso, a postura e o material do comedouro influenciam diretamente no bem-estar felino.

Comedouro raso e largo (bigode livre)

É o modelo mais indicado para a maioria dos gatos. 

Benefícios: 

  • Evita o estresse dos bigodes
  • Proporciona mais conforto durante a alimentação 
  • Incentiva o gato a comer melhor

Comedouro elevado

Mantém o alimento em uma posição mais ergonômica. 

Indicado para:

  • Gatos idosos
  • Gatos com refluxo ou sensibilidade digestiva 

Benefícios:

  • Melhora a postura 
  • Facilita a digestão
  • Reduz desconfortos após a refeição

Comedouro interativo para gatos

Estimula o comportamento natural de caça 

Benefícios: 

  • Reduz ansiedade e tédio 
  • Controla a velocidade da alimentação 
  • Promove enriquecimento ambiental 

O material do comedouro também importa (para cães e gatos)

Independentemente da espécie, o material do comedouro faz diferença: 

  • Inox: mais higiênico, durável e fácil de limpar 
  • Cerâmica: estável, não retém odores e é segura
  • Plástico: pode acumular bactérias, odores e causar alergias em alguns pets mais sensíveis

Pequenas escolhas, grandes impactos na saúde do seu pet

Escolher o comedouro certo é um gesto simples que contribui para:

  • Mais conforto
  • Melhor digestão
  • Menos estresse 
  • Mais qualidade de vida

Em caso de dúvidas, sempre converse com um médico-veterinário para orientações específicas para o seu pet.

A PetsTV acredita que educação também é cuidado e leva conteúdos informativos como este para petshops e clínicas veterinárias, ajudando tutores a fazerem escolhas mais conscientes no dia a dia.

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Fisiatra Veterinário: o que faz esse profissional e quando a fisioterapia é indicada para pets

Quando pensamos em saúde animal, muitas vezes lembramos apenas de consultas, exames, vacinas e cirurgias. Mas existe um profissional fundamental para o bem-estar, a reabilitação e a qualidade de vida dos pets: o fisiatra veterinário.

A fisiatria veterinária tem ganhado cada vez mais espaço na medicina veterinária moderna, especialmente por seu olhar preventivo e humanizado sobre o cuidado com os animais. Neste artigo, você vai entender o que faz o fisiatra veterinário, quando a fisioterapia é indicada e quais os benefícios para os pets.

O que faz um fisiatra veterinário?

O fisiatra veterinário é o profissional especializado na avaliação, prevenção e tratamento de disfunções físicas dos animais. Seu trabalho é focado em recuperar movimentos, reduzir dores e melhorar a funcionalidade do corpo, sempre respeitando as limitações e necessidades de cada pet.

Entre suas principais atuações estão:

  • Avaliação da condição física do animal
  • Prevenção de lesões e agravamentos
  • Tratamento de dores agudas e crônicas
  • Reabilitação após cirurgias ou traumas
  • Melhora da mobilidade e da qualidade de vida

Tudo isso com foco no bem-estar integral do pet, não apenas na doença.

Quando a fisioterapia veterinária é indicada?

A fisioterapia veterinária não é indicada apenas em casos graves. Ela pode ser recomendada em diversas situações, como:

  • Pós-operatório
  • Doenças ortopédicas, como displasia ou artrose
  • Problemas neurológicos, que afetam os movimentos
  • Pets idosos, que apresentam perda de mobilidade
  • Dores crônicas ou dificuldades para caminhar, subir escadas ou se levantar

Cada caso deve ser avaliado individualmente por um profissional especializado, que definirá o melhor plano de tratamento.

Principais benefícios da fisiatria veterinária

A atuação do fisiatra veterinário traz inúmeros benefícios para os pets, entre eles:

  • Redução da dor, sem depender apenas de medicação
  • Melhora da mobilidade e da força muscular
  • Recuperação mais rápida após cirurgias ou lesões
  • Mais conforto no dia a dia, especialmente para pets idosos
  • Qualidade de vida e bem-estar físico e emocional

Um pet que se movimenta melhor, sente menos dor e vive com mais conforto também é um pet mais feliz e equilibrado emocionalmente.

Fisiatria também é cuidado emocional

O cuidado com o corpo está diretamente ligado à saúde emocional do pet. Dores constantes, dificuldade de locomoção e limitações físicas podem gerar estresse, ansiedade e mudanças de comportamento.

Por isso, a fisiatria veterinária faz parte de um cuidado mais amplo e consciente, que olha o animal como um todo — corpo e mente.

A importância da informação para os tutores

Apesar de todos esses benefícios, muitos tutores ainda não conhecem a fisiatria veterinária ou não sabem quando ela pode ser indicada.

Por isso, informar e educar faz toda a diferença. Clínicas e centros veterinários que comunicam suas especialidades de forma clara ajudam o tutor a tomar decisões mais conscientes sobre a saúde do seu pet.

A PetsTV contribui nesse processo ao levar conteúdos educativos diretamente para a sala de espera, fortalecendo a comunicação entre profissionais e tutores e valorizando serviços especializados como a fisiatria veterinária.

Valorizar o fisiatra veterinário é valorizar a qualidade de vida dos pets

O fisiatra veterinário é um aliado essencial na jornada de cuidado com os animais, ajudando-os a viver com mais movimento, menos dor e mais bem-estar.

Se o seu pet apresenta qualquer dificuldade física, converse com o médico-veterinário e informe-se sobre a fisioterapia veterinária. Cuidar da mobilidade é cuidar da vida.

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Cuidados especiais com cães braquicefálicos: respiração, pele e calor

Pugs, Bulldogs e outras raças braquicefálicas conquistam corações com seus focinhos achatados, olhos expressivos e personalidade encantadora. Porém, essas características físicas tão marcantes também trazem necessidades específicas de saúde que exigem atenção redobrada dos tutores.

Problemas respiratórios, sensibilidade ao calor e questões de pele são alguns dos desafios mais comuns.

Se você é tutor de um cão braquicefálico, ou está pensando em adotar um, este guia da PetsTV vai te mostrar tudo o que você precisa saber para garantir conforto, segurança e qualidade de vida ao seu companheiro.

Por que cães braquicefálicos exigem cuidados especiais?

Essas raças possuem um crânio mais curto e vias respiratórias mais estreitas, o que afeta:

  • Respiração, dificultando a entrada e saída de ar
  • Resfriamento do corpo, já que cães regulam temperatura pelo ar
  • Pele, que acumula umidade nas dobras
  • Tolerância ao exercício e ao calor

A combinação desses fatores aumenta os riscos de estresse térmico, infecções e cansaço excessivo. Por isso, cuidados preventivos são essenciais.

Respiração: o ponto mais delicado

Sinais de alerta

  • Ronco intenso (mesmo acordado)
  • Respiração ofegante sem esforço
  • Cansaço rápido em passeios
  • Língua azulada
  • Desmaios ou colapsos

Cães braquicefálicos podem ter Síndrome Obstrutiva das Vias Aéreas Braquicefálicas (SOVAB), condição que pode exigir acompanhamento médico e, em alguns casos, cirurgia corretiva.

Cuidados fundamentais

  • Evite exercícios intensos, especialmente no calor.
  • Use peitoral em vez de coleira no pescoço.
  • Faça passeios curtos em horários frescos.
  • Mantenha sempre água disponível.
  • Consulte o veterinário regularmente para avaliar as vias respiratórias.

Pele e dobras: limpeza é essencial

As dobras faciais típicas de pugs e bulldogs acumulam suor, sujeira e umidade, criando um ambiente propício para dermatites, fungos e mau cheiro.

Como cuidar da pele do seu cão braquicefálico

  • Limpe as dobras diariamente com gaze ou lenço específico para pets.
  • Seque bem! Umidade aumenta infecções.
  • Observe vermelhidão, secreção ou mau odor.
  • Use shampoos neutros e adequados para peles sensíveis.
  • Faça banhos regulares, mas sem exagero (o excesso resseca a pele).

Manter a pele cuidada é uma das melhores formas de prevenir desconfortos e visitas desnecessárias ao veterinário.

Sensibilidade ao calor: risco real e diário

Por terem dificuldade para trocar calor através da respiração, cães braquicefálicos são extremamente vulneráveis ao superaquecimento.

Como proteger seu cão do calor

  • Nunca deixe-o no carro, mesmo com as janelas abertas.
  • Evite passeios entre 9h e 17h em dias quentes.
  • Ofereça áreas sombreadas e ventiladas.
  • Disponibilize água fresca o dia todo.
  • Use tapetes gelados, ventiladores ou ar-condicionado.
  • Observe os sinais de hipertermia: salivação excessiva, fraqueza, vômitos, respiração acelerada.

Importante: hipertermia é uma emergência veterinária!

Alimentação e peso: impacto direto na respiração

O excesso de peso aumenta o esforço respiratório.

Mantenha o cão em peso ideal, supervise petiscos e consulte o veterinário sobre alimentação adequada.

Exercícios moderados e controlados

Essas raças amam interação, mas exercícios intensos podem ser perigosos.

Prefira:

  • Brincadeiras curtas
  • Enriquecimento ambiental
  • Passeios lentos
  • Treinos de obediência leve

O importante é manter o bem-estar sem sobrecarregar o sistema respiratório.

Acompanhamento veterinário regular

Cães braquicefálicos precisam de exames periódicos para avaliar:

  • Vias respiratórias
  • Pele e dobras
  • Função cardíaca
  • Sensibilidade ao calor
  • Saúde ocular (eles são mais propensos a úlceras)

Prevenção é sempre o melhor caminho!

Conclusão

Cães braquicefálicos são companheiros adoráveis, carinhosos e muito apegados aos tutores, mas, precisam de cuidados específicos para viver com conforto e segurança.


Com atenção à respiração, higiene das dobras, controle do calor e acompanhamento veterinário, seu pet pode ter uma vida longa, saudável e cheia de bem-estar.

A PetsTV está aqui para ajudar você a cuidar ainda melhor do seu cão, todos os dias. 

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5 sinais de que seu pet está estressado e como ajudá-lo a relaxar

Você já percebeu mudanças no comportamento do seu cão ou gato e ficou em dúvida se era apenas um “mau humor” ou algo mais sério? Assim como os humanos, os pets também podem sentir estresse, e isso afeta diretamente o bem-estar físico e emocional deles.

Saber identificar os sinais de estresse em pets é fundamental para garantir uma rotina mais tranquila e saudável. Neste artigo, vamos mostrar 5 sinais de que seu pet pode estar estressado e como você pode ajudá-lo a relaxar.

Mudança de apetite

Um dos primeiros sinais de estresse em cães e gatos é a perda (ou aumento) repentino do apetite. Se o seu pet está comendo menos do que o normal, recusa petiscos que antes adorava ou, pelo contrário, está comendo compulsivamente, é hora de investigar.
Dica: Mantenha uma rotina alimentar estável e evite mudanças bruscas na dieta. Se a falta de apetite persistir, procure um veterinário.

Comportamentos destrutivos

Seu cão começou a roer móveis, sapatos ou destruir objetos da casa? Ou seu gato passou a arranhar sofás e portas com mais frequência? Esses comportamentos podem ser uma forma de extravasar a ansiedade e o estresse.

Dica: Aposte em brinquedos interativos, enriquecimento ambiental e passeios regulares
para manter seu pet mentalmente estimulado e calmo.

Isolamento ou excesso de apego

Alguns pets estressados tendem a se esconder e evitar contato com pessoas e outros animais, enquanto outros demonstram um apego excessivo, não querendo ficar sozinhos nem por alguns minutos.

Dica: Respeite o tempo do pet e evite forçar interações. Crie um ambiente seguro onde ele
possa se sentir confortável.

Lambedura excessiva ou queda de pelos

A lambedura compulsiva (principalmente nas patas) e a queda intensa de pelos podem ser manifestações físicas do estresse. Além disso, coceiras sem causa aparente também
podem aparecer.

Dica: Observe se há feridas ou vermelhidões e procure um veterinário para descartar causas dermatológicas. Em paralelo, tente reduzir estímulos que possam estar causando ansiedade.

Mudanças no sono e nos hábitos de higiene

Dormir demais, ter insônia, fazer xixi fora do lugar ou parar de se limpar (no caso dos gatos) são sinais claros de que algo não vai bem com o emocional do seu pet.

Dica: Reforce a rotina, ofereça um espaço tranquilo para descanso e evite barulhos intensos ou visitas em excesso, especialmente em períodos sensíveis.

Como ajudar seu pet a relaxar?

Além de identificar os sinais, é essencial criar uma rotina que ajude seu pet a lidar melhor com o estresse.

Veja algumas sugestões:

  • Mantenha horários regulares para alimentação, passeios e brincadeiras
  • Ofereça brinquedos que estimulem o cérebro e ajudem a liberar energia
  • Garanta um espaço confortável, silencioso e seguro dentro de casa
  • Aposte em técnicas de relaxamento como massagens leves, música ambiente ou
    feromônios calmantes
  • Em casos mais severos, consulte um veterinário ou um comportamentalista animal

Conclusão

O estresse em pets é mais comum do que se imagina, mas com atenção, carinho e cuidados adequados, é possível garantir que seu companheiro viva de forma mais tranquila e feliz.

Se você notar algum desses sinais, não ignore: quanto antes você agir, melhor será para a saúde física e emocional do seu pet!

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